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Patologias da pintura: como evitá-las?


Está planejando a renovação das paredes da sua casa ou condomínio? Saiba que revestir paredes com uma camada de tinta, além de transformar visualmente o ambiente, proporciona uma série de benefícios, como resistência, durabilidade, valorização e higiene. Mas, é necessário conhecer o produto que será utilizado para que a solução não vire um problema, já que existe uma tinta diferente para cada tipo de superfície.

Por isso, o preparo da superfície a ser pintada e a especificação do tipo adequado de tinta são as etapas que necessitam de mais atenção, a fim de evitar transtornos no futuro. Além disso, também é necessário cuidado no momento de dissolver o produto. Se todas as recomendações do fabricante forem seguidas, é mais difícil que ocorram patologias como descascamento, mofo e bolhas.


Conheça algumas da PATOLOGIAS mais comuns:


Eflorescência

São manchas esbranquiçadas que surgem na superfície pintada. Esse problema acontece quando a tinta é aplicada sobre o reboco úmido. A liberação de vapor deposita materiais alcalinos na parede, o que causa as manchas.

Saponificação

É o estágio seguinte da eflorescência. Se as manchas não forem tratadas, a superfície começa a apresentar aspecto pegajoso, o que provoca o retardamento da secagem dos esmaltes.


Descascamento de alvenaria

São placas de tinta que se soltam da parede. Acontece quando a superfície a ser pintada está empoeirada ou com partes soltas, tais como: caiação e reboco novo não lixado.




Mofo

Surgimento de manchas escurecidas e que exalam fortes odores. Aparece em ambientes úmidos ou com frequentes mudanças de temperatura. Outro fator que pode contribuir para a proliferação dos fungos é a pouca iluminação, pois favorece o desenvolvimento dos micro-organismos causadores do problema.




Bolhas

Podem aparecer bolhas sobre a superfície pintada quando se utiliza massa corrida em ambientes externos, o que proporciona a absorção de umidade. Repinturas sobre paredes onde não se tenha extraído toda a poeira ou reaplicação de uma tinta sobre outra de má qualidade sem as devidas preparações também são fatores que podem influenciar no aparecimento das bolhas.

Enrugamento

A pintura apresenta aspecto enrugado devido a uma aplicação excessiva do produto, seja em uma ou em sucessivas demãos, em que a primeira não foi convenientemente seca. A superfície também pode ficar enrugada quando a secagem é feita sob intensa incidência do sol.



Crateras

O surgimento de crateras pode acontecer devido à presença de óleo, graxa ou água na superfície. Também ocorre quando a tinta é diluída com materiais não recomendados como gasolina ou querosene.



Desagregamento

Diferente do descascamento, é a destruição da pintura, que se esfarela e se destaca da superfície juntamente com partes do reboco. Este problema ocorre quando a tinta é aplicada antes da cura do reboco.






A PREPARAÇÃO DA PAREDE E DAS TINTAS

Não se esqueça da necessária atenção com as tintas! Ao abrir a lata, é indicado homogeneizar a tinta com uma espátula retangular – objetos cilíndricos não têm a mesma eficácia. Atentar também para o uso de material limpo, pois há risco de contaminação com a utilização de equipamentos sujos. Sempre siga as recomendações do especialista e do fabricante: a tinta deve ser diluída de acordo com o indicado na embalagem do produto. Diluição em excesso pode fazer com que cores intensas criem manchas esbranquiçadas e escorrimento da tinta, entre outros problemas. Por outro lado, se a diluição for insuficiente, além de tornar a aplicação pesada, haverá a perda no alastramento da tinta, deixando-a com aspecto de casca de laranja.

O excedente de tinta deve ser mantido dentro da lata, que precisa ser bem fechada para evitar contaminação. Merece atenção especial a pintura de superfície horizontal ou um pouco inclinada, pois nelas é comum o depósito de partículas em suspensão, o que prejudica o resultado final.

Quando a tinta for aplicada em paredes já pintadas anteriormente, e que estão em boas condições, é necessário limpar bem a superfície, lixar e só depois passar a nova demão de tinta. Caso a parede apresente más condições, a tinta antiga deve ser completamente removida e, a seguir, proceder como se fosse uma superfície nova.

Paredes mofadas, por exemplo, precisam ser cuidadosamente limpas, o que envolve a escovação da superfície, seguida por banho com uma solução de água potável e sanitária, deixando agir por 30 minutos. Depois, é preciso enxaguar a região com água potável, aguardar a secagem completa para, então, iniciar a aplicação de produtos específicos e depois a pintura.


No caso de pintura de paredes com algumas das patologias citadas, há a necessidade da avaliação e diagnóstico de um especialista, que lhe indicará as melhores opções de produto e aplicação.


Solicite uma consultoria ou visite uma das lojas Colormar!


Um Abraço


Equipe de Especialistas COLORMAR


Fonte: www.aecweb.com.br

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© 2020 por Tiago Bonin

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